BIBLIOTECA CIDADÃ MEDIANEIRA - PARANÁ
15/09/2026
09/09/2026
A BIBLIOTECA CIDADÃ PROFESSORA CATARINA CARRER DA ROLD
INFORMA:
Os livros cartonados são destinados preferencialmente ao público infantil de até 5 anos de idade, considerando suas características e finalidade.
Agradecemos a compreensão e a colaboração de todos.
04/08/2026
QUEBRA DE CONFIANÇA, autoria de HARLAN COBEN, excelente leitura para anteceder uma boa noite de sono.
Foi uma daquelas decisões que transformam completamente nossas expectativas.
Logo nas primeiras páginas, Coben conquistou meu interesse com uma narrativa ágil, personagens cativantes e um equilíbrio surpreendente entre suspense, humor e emoção. A leitura foi tão envolvente que terminei o livro em pouquíssimo tempo e, sem qualquer hesitação, ele conquistou um lugar entre os meus favoritos.
Às vezes, basta um único livro para nos apresentar um autor que permanecerá conosco por muito tempo.
E você? Qual foi o livro que leu por insistência de alguém e que, no fim, acabou se tornando um dos seus favoritos?
Contribuição: https://www.instagram.com/p/DbZETq_lGmI/?igsh=Z3c0a2tkc2Z4d2J0
10/07/2026
RACHEL DE QUEIROZ, a nossa Jane Austen eternizada em MEMORIAL DE MARIA MOURA
Ao fundir, de forma deliberada, elementos da paisagem nordestina e do Cerrado, enquanto evita situar a narrativa em um tempo histórico rigorosamente definido, Rachel de Queiroz transcende os limites do romance histórico tradicional. Ecos do Brasil Imperial convivem com um sertão quase lendário, marcado pelo isolamento, pela ausência da lei e pela sobrevivência dos mais fortes. Dessa escolha nasce uma narrativa que poderia pertencer ao passado, mas que dialoga com qualquer época.
A construção desse universo também se apoia na linguagem. O vocabulário, seco, áspero e profundamente enraizado na oralidade regional, não funciona apenas como recurso estilístico: ele confere autenticidade à narrativa e transforma a própria fala em extensão da paisagem. Em Memorial de Maria Moura, o território não é desenhado apenas pelos caminhos, serras e chapadas, mas também pela dureza das palavras, pelos silêncios e pela cadência da voz de seu povo.
Mais do que narrar a ascensão de uma personagem inesquecível, Rachel de Queiroz constrói uma reflexão poderosa sobre poder, liberdade, liderança e resistência. O resultado é um romance de extraordinária força estética, cuja grandeza permanece intacta décadas após sua publicação.
Contribuição: https://www.instagram.com/p/DaiQpnTkdoQ/?igsh=MWNjdWhucm03bzA1eA%3D%3D
Rachel de Queiroz, a nossa Jane Austen:
Tanto Jane Austen quanto Rachel de Queiroz criam mulheres inteligentes, independentes e pouco dispostas a aceitar passivamente as convenções sociais. Personagens como Elizabeth Bennet ou Anne Elliot encontram paralelo, cada uma à sua maneira, em Maria Moura, Conceição e Dôra.
As duas escritoras observam com olhar crítico as regras impostas às mulheres. Austen examina a sociedade rural inglesa, em que casamento, herança e posição social determinam o destino feminino. Rachel de Queiroz desloca essa discussão para o sertão brasileiro, abordando patriarcado, poder, propriedade, violência e sobrevivência.
Ambas evitam heroínas idealizadas. Suas personagens têm virtudes, dúvidas, contradições e amadurecem ao longo da narrativa.
Em vez de privilegiar grandes acontecimentos históricos, as duas utilizam os conflitos cotidianos para revelar o funcionamento de suas respectivas sociedades.
Entretanto, as diferenças literárias entre suas obras são profundamente grandes, as quais devemos considerar:
| Rachel de Queiroz | Jane Austen |
|---|---|
| Sertão e interior do Brasil. | Campo e pequenas cidades da Inglaterra georgiana e regencial. |
| Violência, seca, disputas por terra e sobrevivência. | Etiqueta social, casamentos, heranças e relações familiares. |
| Linguagem regional, seca e direta. | Prosa elegante, refinada e marcada pela ironia. |
| Influência do regionalismo e do modernismo brasileiro. | Romance de costumes e realismo social inglês do início do século XIX. |
| Conflitos frequentemente físicos e políticos. | Conflitos predominantemente morais, sociais e afetivos. |
Ambas escrevem sobre poder. Em Jane Austen, o poder costuma decorrer da posição social, da renda e do casamento. Em Rachel de Queiroz, ele nasce da posse da terra, da liderança, da coragem e, muitas vezes, da força física. Maria Moura, conquista um espaço que, em sua época, era reservado aos homens; Elizabeth Bennet conquista autonomia intelectual e moral em uma sociedade igualmente patriarcal, embora muito menos violenta.
Em síntese, Rachel de Queiroz e Jane Austen não pertencem à mesma tradição literária, mas compartilham uma característica fundamental: ambas utilizaram protagonistas femininas extraordinárias para questionar as estruturas sociais de seu tempo. Austen o faz com ironia sutil e refinamento psicológico; Rachel de Queiroz, com vigor regional, dramaticidade e uma linguagem profundamente ligada à realidade brasileira. É justamente essa capacidade de transformar mulheres em protagonistas de seu próprio destino que aproxima duas escritoras separadas por um oceano, um século e culturas tão distintas.
(Texto produzido por IA)
02/07/2026
"O Pequeno Príncipe", considerado o segundo livro mais traduzido do mundo, atrás apenas da Bíblia Sagrada.
Há 126 anos, nascia Antoine de Saint-Exupéry.
No dia 29 de junho de 1900, nasceu Antoine de Saint-Exupéry, imortal escritor francês que conquistou leitores de todas as idades com sua obra mais famosa, O Pequeno Príncipe. Traduzido para mais de 382 idiomas e dialetos, o livro é considerado o segundo mais traduzido da história, ficando atrás apenas da Bíblia Sagrada.
Mais do que um clássico da literatura, O Pequeno Príncipe é um convite à reflexão. Na infância, encanta pela imaginação, pelos símbolos e pelas aventuras. Na vida adulta, surpreende pela profundidade de seus ensinamentos sobre amizade, amor, responsabilidade, simplicidade e o verdadeiro sentido da existência.
No Brasil, a obra foi publicada pela primeira vez em 1952, em tradução do poeta Dom Marcos Barbosa, que permaneceu como a principal tradução brasileira durante cerca de seis décadas.
Algumas de suas frases continuam emocionando gerações de leitores:
"Todas as pessoas grandes foram um dia crianças, mas poucas se lembram disso."
"É bem mais difícil julgar a si mesmo do que julgar os outros. Se consegues julgar-te bem, eis um verdadeiro sábio."
E você? Já leu ou releu este clássico?
A Biblioteca Cidadã Professora Catarina Carrer Darolt, convida você a conhecer ou revisitar esta obra inesquecível, que continua encantando leitores de todas as idades e nos lembra que "o essencial é invisível aos olhos".
11/06/2026
COMUNICADO
A Biblioteca Cidadã Professora Catarina Carrer da Rold, de Medianeira – Paraná, informa que no dia 26/06/2026 (sexta-feira), não haverá expediente para atendimento ao público.
A Biblioteca permanecerá aberta, porém não serão realizados empréstimos, devoluções de livros ou novos cadastros de usuários nessa data.
Contamos com a compreensão de todos os leitores e frequentadores.
Atenciosamente,
O Bibliotecário
Biblioteca Cidadã Professora Catarina Carrer da Rold
Medianeira – Paraná
26/03/2026
Biblioteca Cidadã, espaço da coletividade e da responsabilidade social com o bem de todos.
A Biblioteca Cidadã Professora Catarina Carrer Da Rold vem por meio
deste, reforçar a importância do compromisso assumido pelos leitores no ato do
empréstimo de obras do nosso acervo.
O empréstimo de livros é um serviço
fundamental que visa democratizar o acesso à leitura, ao conhecimento e à
cultura. No entanto, para que esse serviço continue atendendo a toda a
comunidade de forma eficiente, é indispensável que os prazos de devolução sejam
respeitados.
Foto 1: Acervo bibliográfico biblioteca cidadã.
Atualmente, o sistema de empréstimos
registra a existência de obras que não foram devolvidas dentro do período
estipulado, o que compromete a circulação do acervo e impede que outros
leitores tenham acesso a esses materiais.
Além disso, registramos a devolução de
alguns exemplares em condições inadequadas de uso e conservação, apresentando
danos que inviabilizam sua reutilização. Nesses casos, as obras tornam-se
impróprias para novos empréstimos, sendo necessário seu descarte. O que
representa prejuízo ao acervo da biblioteca, à coletividade e
ao patrimônio público.
É
importante ressaltar que o livro pertencente ao acervo da biblioteca pública
não constitui um objeto de entretenimento recreativo, mas sim um instrumento
fundamental para o fortalecimento e o enriquecimento cultural da criança, adolescente e do adulto.
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| Foto 2: livros danificados |
Ressaltamos que danos
decorrentes do uso inadequado, como rasgos, sujeiras, páginas soltas, molhado,
rabiscado, amassado, uso durante a refeição, transporte inadequado em mochilas escolares
e demais avarias comprometem a qualidade da obra e, em casos mais graves, podem
inviabilizar sua utilização por outros leitores.
Contamos com a colaboração de todos na preservação do acervo, promovendo o respeito ao patrimônio público e incentivando, desde a infância, o cuidado com os livros.
Ressaltamos que a não devolução dos materiais, bem como, a devolução em mau estado, pode acarretar em restrições no acesso a novos empréstimos, conforme as normas da biblioteca e lembramos que o livro é um patrimônio de todos os cidadãos.
Contamos com a compreensão e o
comprometimento dos leitores e frequentadores para mantermos nosso acervo
organizado, acessível e disponível à coletividade.
Em caso de dúvidas ou necessidade de
regularização, pedimos que entre em contato com a Biblioteca Cidadã Professora
Catarina Carrer Da Rold.
Fone: 45 32648607 - Watts: 4598136503





